Para quem é o Coinator?
Públicos-alvo e casos de utilização
O Coinator é utilizado de forma transversal em todos os setores — onde quer que seja necessária forense Bitcoin. Cinco contextos de utilização típicos:
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Forças policiais
Polícia, ministério público, serviços centrais, aduanas
Investigações sobre ransomware, estupefacientes, fraude e branqueamento ligados a criptomoedas. A análise de clusters permite atribuir endereços a uma entidade, o transaction tracing acompanha o fluxo de fundos até uma plataforma sujeita a KYC — de forma rastreável e admissível em tribunal.
Exemplo:
Rastrear um pagamento de ransomware até à plataforma de destino — onde se pode bloquear o levantamento e estabelecer a identidade.
🏛️
Administração tributária
Autoridades tributárias, inspeção fiscal, polícia aduaneira
O Coinator reconstrói as datas de compra, detenção e venda de uma carteira, identifica os rendimentos de mineração e staking e associa os endereços ao KYC das plataformas — base para inspeções fiscais relacionadas com Bitcoin.
Exemplo:
Um contribuinte declara um período de detenção de BTC — o Coinator verifica, a partir do histórico on-chain, se a afirmação é correta.
🏦
Bancos e compliance
Responsáveis PBC, pagamentos, equipas AML
Para as verificações de adequada diligência, screening de carteiras antes dos créditos e risk-scoring AML. O Coinator mostra num relance o histórico de contraparte de um endereço — plataforma, mixer, presença em listas OFAC ou cluster suspeito.
Exemplo:
O crédito de um cliente é assinalado porque o Coinator deteta um cluster mixer conhecido dois saltos antes.
🕵️
Detetives privados e escritórios de advogados
Representação de vítimas, fraude cripto, sucessões
Para rug-pulls, esquemas de investimento, romance scams com componente cripto ou sucessões com BTC em herança. O Coinator fornece pistas rastreáveis e pontos de apoio para ações cíveis, pedidos de informação e pedidos de execução.
Exemplo:
Uma vítima depositou 0,8 BTC numa plataforma de trading falsa — o Coinator identifica a plataforma de destino para um pedido de informação.
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Plataformas cripto e VASPs
Exchanges, custodiantes, prestadores de pagamento
Para as obrigações KYT segundo o MiCA/TFR: análise de contraparte em depósitos/levantamentos, risk-scoring de endereços, verificação da origem dos fundos para clientes high-value. Complementa o KYC com evidência on-chain para verificar as declarações do cliente.
Exemplo:
Um novo cliente deposita 10 BTC e afirma um período de detenção de 5 anos — o Coinator mostra que os BTC foram comprados há 3 dias noutra plataforma.